As Fintechs de Tecnologia mais inovadoras do País

A palavra Fintech é uma junção das palavras finanças e tecnologia. Por trás dessa expressão esconde-se uma infinidade de empresas, na maioria das vezes start-ups, que importam novas tecnologias resultantes da revolução digital para o mundo das finanças.

 

As start-ups de fintech estão evoluindo sobretudo em mercados até agora reservados a bancos. Nesse setor, eles identificam as novas necessidades e usos dos clientes e oferecem produtos adequados, graças ao domínio da tecnologia, à velocidade e aos preços baixos.

 

Em relação à sua precificação, o modelo econômico das fintechs é muitas vezes baseado no “freemium”, ou seja, uma oferta de entrada gratuita e serviços pagos adicionais.

Andando na ponta dos pés de estabelecimentos bancários bem estabelecidos, as fintechs não são bancos, no sentido legal do termo.

 

Para operar, contam com as novas licenças criadas nos últimos anos no âmbito da desregulamentação do setor financeiro: instituições de pagamento, prestadores de serviços de investimento, prestadores de serviços para iniciação de pagamentos e agregação de informações da conta bancária, etc.

O que é uma fintech de cobrança?

Dentre as fintechs mais inovadoras do país, temos as fintechs de cobranças. Essas são especializadas em renegociar dívidas. Uma das mais famosas e que durante a pandemia só viu seu negócio crescer, recebeu investimentos avaliados em 15 milhões de reais.

 

Empresas européias investem nessas fintechs pois, estratégias que visam a recuperação de empréstimos ou pagamentos atrasados são um prato cheio para recuperar valores antes considerados perdidos.

 

A maioria dessas fintechs desenvolveu plataformas virtuais para que as empresas possam propôr ofertas ou condições de pagamento especiais a clientes que devem. Dependendo de vários fatores, um deles é quanto tempo a dívida está aberta, o valor das ofertas para acertar as dívidas pode chegar a 95%.

 

As empresas não pagam nada para colocar o anúncio da dívida no ambiente virtual. Da mesma forma são os devedores, a consulta ao valor devido e demais informações sobre os débitos é gratuita.

 

Aí você deve estar se perguntando: como essas fintechs lucram? Simples, por cada dívida paga através da plataforma, as fintechs recebem uma porcentagem.

 

Engana-se quem pensa que é muito trabalho para pouco retorno! Essas fintechs, apenas de 2020 para cá, intermediaram aproximadamente 700 mil negociações, resultando em um faturamento triplicado de aproximadamente 600 milhões de reais.

 

Grandes empresas como a Havan, Grupo Zema, Santander, Itaú, Mercado Livre e Banco BMG já aderiram a essa nova ferramenta de cobrança, bem como instituições financeiras e de educação.

Existem atualmente cerca de 65 milhões de pessoas negativadas e aproximadamente 6 milhões de empresas também negativadas.

 

Para ajudar a transformar a vida financeira dessas pessoas e empresas é que essas fintechs nasceram, promovendo maneiras mais fáceis de regularizar seus débitos de forma simples e totalmente digital, sem aquelas ligações irritantes com propostas de pagamento que os inadimplentes nunca conseguiriam arcar.

 

Essas fintechs também ajudam na movimentação da economia do país, uma vez que o histórico de crédito do devedor é regularizado, ele pode voltar a movimentar seu nome, com mais cautela, tornando-se um consumidor sustentável.

 

Dentre as muitas fintechs de cobrança, podemos citar:

 

  • Quero Quitar
  • Acordo Certo
  • Blu365
  • App do Serasa
  • Quitejá

 

Em todas elas é possível fazer a renegociação de suas dívidas de forma digital, com apenas algumas informações fornecidas e sem sair de casa para enfrentar burocracias.

 

Está sobrando uma grana e você quer negociar seus débitos pendentes? Acesse uma das plataformas citadas acima, eles estão sempre em busca de boas propostas e ofertas para que você consiga alcançar esse objetivo.

 

Suas dívidas podem ter juros zero, descontos imbatíveis para pagamentos à vista ou parcelamentos com prestações que cabem em seu bolso.

 

 

 

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